O VÍCIO DO POETA
O VÍCIO DO POETA
Entre goles de whisky e tragadas no cigarro,
sigo buscando inspiração no caos da minha mente perturbada.
Solitário enfrento o peso de minha arte,
o fardo de minhas palavras cortantes.
Na estante,
os livros antigos se misturam com os novos,
refletindo a complexidade de minha alma inquieta.
Noites sem sono, dias sem cor.
No silêncio da madrugada,
a solidão é minha única morada.
As emoções transbordam das páginas,
ecoando em cada linha escrita.
Mas o mundo não entende minha insanidade,
e seguem-se os dias, na mesma obscuridade.
Autor: Rita Rosa
17/05/2024

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